Negócios digitais e empreendedorismo feminino



Pautas poderosas que unidas ganham ainda mais força e alcance.


O empreendedorismo envolve comportamento criativo e liderança em busca de mudança construtiva, seja para a abertura de novos negócios, seja na inovação em sua área de atuação. Quando se destaca a mulher como essa agente transformadora, vai além e reforça a busca por igualdade social, equidade de gênero e direitos próprios. Empreendedorismo feminino é busca por autonomia, respeito, autoconhecimento e liberdade.


Vamos chegar à pauta dos negócios digitais. Antes, para dar vida e voz a essa narrativa, vamos apresentar a Gi Santos, criadora da Loja Minitees - uma marca que ultrapassou a concepção de vestuário para se tornar um lugar de fala.


Na história da Gi o empreendedorismo nasceu por necessidade, se sustentou por empoderamento e se expandiu através da força colaborativa e da gestão estratégica.


Ela abriu sua loja de camisetas com frases motivacionais para o público feminino diante de situação de desemprego. E a maternidade – suas dores e delícias – se tornou parte intrínseca dessa trajetória.


Maricota, filha da Gi, foi uma grande inspiração. O que começou na simples busca e oferta de produtos mais diversificados e criativos para o público feminino, indo além do “rosa para meninas”, logo adotou como identidade a luta pela defesa dos direitos das mulheres – com uma força identitária mais especial às mães empreendedoras. E na rede de apoio com outras empreendedoras um modo de fortalecer a causa e os seus negócios.


“Cada palavra que estampa as nossas camisetas representa tudo aquilo que acreditamos e lutamos diariamente. Tudo é criado e desenvolvido por nós, a partir das vivências e conexões que estabelecemos com outras mulheres, em especial, as mães” – resume Gi, na proposta de valor de sua marca.


Entre os temas defendidos estão:


· Criação com apego – um conceito e ação na construção do vínculo afetivo entre mãe / pais e seus filhos.

· Comunicação não-violenta – uso de um diálogo empático e eficaz na busca de parcerias em prol dos objetivos comuns.

· Infância Livre – movimento social de reflexão e atitudes em benefício ao desenvolvimento da criança frente a excessos publicitários da mídia e outras empresas.

· Empoderamento feminino – conscientização e atividades pela equidade de gênero e demais direitos.

· Empreendedorismo materno – sem “romantização”, um caminho de comunhão e oportunidades de trabalho.


“A Minitees é muito mais do que uma marca de roupa. É rede de apoio. Sempre deixei os canais abertos para que as mulheres pudessem conversar diretamente comigo, contar sobre as suas dores. Temos uma parte de atendimento muito forte. Não é só informação sobre venda de produtos. As mulheres chegam falando: eu gostaria de empreender!” – e há uma partilha humanizada de experiências e motivação – conta Gi.


O futuro da sua marca e os caminhos do e-commerce


A pandemia impôs uma infinidade de desafios a todos. Entre eles a urgência de encontrar novos mercados e formas de comercialização dos seus produtos para garantir a sustentabilidade da empresa e a própria subsistência.


Assim aconteceu com a Gi e sua atitude foi migrar o que era comercializado nas feiras e eventos físicos para o mundo digital – o site da Minitees e as redes sociais, que já existiam, ganharam maior atenção e gerenciamento profissional – mudança de plataforma do site; foco no institucional; modernização de recursos, etc.


Com planejamento, estruturação de modelos de negócios e associação de estratégias de divulgação e marketing com outras empresárias parceiras, Gi Santos viu seu negócio otimizar, prosperar e enxerga o futuro com otimismo.


E aqui Gi Santos conta como aconteceu a conexão entre ela e sua marca com a Dani Gábriél, fundadora da DUME:


“A Dume foi imprescindível! Em um curso na área de gestão em moda, Dani expandiu nosso olhar sobre a marca.” – foi apresentação de oportunidades de negócio, referência de pesquisa, estruturação de processos e cronogramas de produção e venda. “Não tem como comparar o que era a Minitees antes e depois da Dume. Foi um gás para começar o novo ano com tudo”.


Próximos desafios da Marca – segundo a empreendedora Gi:


· Planejamento - A empreendedora reforça que já há bastante processo estabelecido e atividades que contam com programação. Mas, sem dúvidas, o planejamento é primordial para controle e avaliação.


· Investimento em gestão de anúncios – para que possam ampliar o alcance, engajamento e relacionamento nos meios digitais.


· Delegação de processos – para que possam ampliar e aprimorar atividades, ofertas e serviços.


Como motivação final, Gi disse:


“Mulheres, comecem! Espelhem-se em outras empreendedoras, mas não se comparem. Pensem: o que eu consigo fazer com o que eu tenho agora? Planejem e façam!”.


Conexões reais e conversas sinceras


Esse bate papo poderoso com a Gi Santos aconteceu na edição 2021 do “Du, Me Conecta”! Encontros online e gratuitos, mediados por Dani Gábriél, com uma temática plural e pessoas incríveis. Vários convidados especiais refletindo pautas atuais e relevantes sobre economia criativa, sustentabilidade, negócios digitais, moda, empreendedorismo e muito mais. – Clique aqui para conferir essa e outras Lives inspiradoras!


Descubra o que a Dume pode fazer por você!


A Dume sente orgulho de poder contribuir positivamente com essa e outras histórias através de projetos como o “Du,Me Lidera”, de mentoria para empreendedores e o “Du,Me Transforma”, de cursos livres antenados as necessidades do mercado e das empresas.


Contando com a competência da Dani Gábriél, nossa proposta é “ajudar a transformar ideias em empreendimentos conscientes, consistentes e sustentáveis com resultados assertivos, tangíveis e significativos”.


📝 @bianca-piquet

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