Negócios fora da caixa!


Criatividade e inovação fazem parte da essência do empreendedorismo. A boa notícia é que essas habilidades podem ser desenvolvidas e aplicadas em prol do desenvolvimento pessoal e organizacional. Isso envolve um processo de autoanálise, definição de propósitos e estabelecimento de metas. E contar com uma rede de apoio colaborativo contribui positivamente.


O que é pensar fora da caixa? O que significa negócios fora da caixa?


Essa expressão já se tornou popular e trata-se de um jargão que remete a busca por táticas criativas para solucionar uma demanda ou problema. São ideias que exploram alternativas para além das iniciativas comuns e tradicionais.


Por consequência, pensar os negócios fora da caixa simboliza a análise técnica, crítica e estratégica de gestão empresarial para agregar valor e gerar potência e alcance à marca. Uma visão que pode ser implementada e otimizada em qualquer negócio, independente de seu nicho e estágio.


“É uma forma de pensar de modo criativo e inovador, olhando fora dos padrões convencionais. Dentro do ecossistema do empreendedorismo, é entender como o nosso negócio funciona, onde que a gente pode gerar valor para o nosso cliente, entre outras perspectivas. Sempre respeitando a autoralidade e valorizando a multipotencialidade destas ideias”, resume Dani Gábriél.


E como funciona essa inovação e criatividade na prática?


Para responder, vamos compartilhar a trajetória e o depoimento de duas empreendedoras que se conectaram com a DUME, através do trabalho da nossa fundadora Dani Gábriél, e, juntas, reinventaram suas trajetórias pessoais e de negócios de modo criativo e inovador.


“Aqui na Dume a gente tem como um dos pilares estimular as empreendedoras em um processo de autoconhecimento e autodesenvolvimento. Este percurso traz clareza, que se transforma em força e ajuda a potencializar tanto a gente como ser humano, quanto também nossos negócios”, afirma Dani.


E vai além: “A criatividade está em múltiplos olhares. Seja na área artística, seja na gestão de negócios. Desde o processo de diagnóstico até a entrega há uma questão emocional vinculada. Então, independente do trabalho que faça, isso deve estar impresso. É libertador quando as pessoas se entregam, se entendem e expressam como verdade tudo isso no trabalho criativo e autoral. Não adianta se esconder e nem ser igual a fulano. Assim, é preciso assumir sua identidade”.


“Um convite a sua própria jornada”


A primeira história é da Gab Brito: artista, mãe, empreendedora, dona da marca Yarun e baiana – que é importante afirmar, pois é algo marcante em sua afirmação de identidade.


“A DUME - com a Dani e a equipe - foi a responsável por conceber a Yarun, que hoje me representa de uma forma enorme”, comenta Gab. Um processo que envolveu consultoria e ferramentas de negócio implementadas de modo personalizado a identidade da empreendedora.


Partindo de um trabalho de fotografia e de venda de produtos para o público feminino, Gab resignificou a sua oferta e hoje cria e resgata experiência de autocuidado ligados ao autoconhecimento, à conexão com a natureza e com a arte.


Ela afirma que a marca nasce de uma força vinda do autoconhecimento, da maternidade, da maturidade e do sagrado feminino. Através do seu trabalho deseja ofertar um ritual de sensibilidade para outras mulheres, onde elas possam se aceitar e admirar sua essência e individualidades.


“Depois que eu entendi que eu funciono a partir do meu ciclo menstrual, tudo ficou mais orgânico e fluido. Fui aprendendo a organizar minhas tarefas, agendas e formulários com base nesses processos”, revela Gab.


Perfeita sintonia com a proposta de valor de sua marca, que diz: “Yarun é a coragem de olhar para si. É se libertar de opressões e ancorar a sua força. É respeitar seus ciclos e honrar sua trajetória. É render-se a natureza e assumir o seu poder de cura”.


Empreender, para Gab, é “confiar no que você tem de único, no seu propósito, em si e acreditar que vai dar certo!”.


“Cuidados integrais para seres essenciais”


A outra protagonista é Rô Ferreira, uma mulher de riso largo e contagiante, que foi trabalhando, aprendendo e se reinventando até encontrar seu propósito.


Ela uniu sua formação de base administrativa à experiência corporativa e de comércio e somou ao seu desejo por um empreendedorismo acolhedor e humanizado. Assim, fundou a Ori Afeto.


Atualmente é terapeuta com serviços de desenvolvimento pessoal e profissional, valendo-se de técnicas holísticas de resgate da própria essência e ancestralidade. - Tudo isso com muito axé!


“Minha marca é a concretização de um sonho antigo, que condensa todo o meu mundo – criativo, sensível e ainda outros lados que, particularmente, neguei por muito tempo, mas agora coloco à disposição” para servir e acolher – se apresenta Rô.


Suas técnicas terapêuticas exploram as multidimensões do ser humano, fortalecendo elementos como foco, criatividade e automotivação.


Ela reforça que o processo de empreendedorismo e amadurecimento profissional e pessoal é uma prática constante, uma eterna construção: “cada dia é um desafio e um deleite”.


Todo esse potencial criativo levou Rô a criar um podcast chamado “Abordo da gente“: uma “prosa sobre o lado do avesso: nosso mundo interno. Autoconhecimento possível para humanos normais”.


Empreendedorismo colaborativo e rede de apoio


Estamos vivendo um momento muito difícil e que afeta o nosso âmbito interno. Uma das alternativas muito buscadas está sendo o empreendedorismo. Seja para responder questões mais diretas como economia ou internas como propósito – valores e virtudes.


“Empreendedorismo e autoconhecimento são conceitos intrinsecamente interligados”, reflete Rô. Ela diz que a virada de chave é trazer consciência para esse processo de desenvolvimento.


Sair de um lugar de passividade de só seguir o fluxo para um movimento de autoescuta, autorresponsabilização e de se permitir vivenciar novas experiências.


“Toda essa experiência que a gente vai agregando ao longo do tempo. Chega um momento que a gente vai conseguindo consolidar todas essas habilidades para criar, para colocar no mundo, aquilo que é particularmente nosso. A nossa jornada é impecável. Ela nos ajuda em tudo. Nada é desperdiçado”, diz Rô.


É um processo também de pedir e contar com uma rede apoio, de construção colaborativa.


“É impossível crescer e empreender sem uma rede de apoio – seja em uma consultoria pontual ou no operacional do seu dia a dia”, comenta Gab. Ela conta que a DUME a ofereceu uma visão raiz, a engajou e a orientou a definir suas prioridades, suas ideias e a como organizar tudo isso.


Empreendedorismo é também proatividade e coragem.


Pergunte-se: “os recursos que eu tenho são estes? Então coloque do jeito que dá. O que você tem é suficiente, põe no mundo!”, diz Rô. E, retomando a expressão, “pensar fora da caixa é um atitude da alma e do coração”.


Quer saber mais detalhes sobre essas trajetórias inspiradoras?


A live na íntegra está no canal da Dume no Instagram.


- Quer pensar o seu negócio “fora da caixa”?

Nós da DUME te ajudamos a tirar sua ideia de negócio do papel, modelando e estruturando seu projeto desde a concepção até a entrega final. Em um caminho que engloba estabelecimento de metas, público, canais de venda, estrutura de custos, fontes de receita e tudo que mais envolve a gestão empresarial.


📝 Bianca Piquet

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